Cienciano jogou contra três brasileiros
Santos, Grêmio e São Paulo conhecem os perigos da altitude da cidade de Cuzco

Em toda a sua história, que começou a ser escrita em 1901, o Cienciano teve pela frente time brasileiros em apenas seis oportunidades: duas pela Copa Sul-Americana e quatro pela Libertadores da América. Na próxima quarta-feira, o time cuzquenho vai ter o Flamengo pela frente, no estádio Garcilaso de la Vega, que fica a 3.400 metros de altura em relação ao nível do mar. São Paulo, Santos e Grêmio conhecem bem os perigos de jogar em uma das cidades mais altas do mundo.
O Santos foi o único que acabou eliminado no mata-mata diante do Cienciano. Em 2003, quando conquistou a Copa Sul-Americana, o time cuzquenho bateu o Peixe. Em casa, uma vitória por 2 a 1. Na Vila Belmiro, empate em 1 a 1. Por outro lado, o São Paulo não tomou conhecimento dos 3.400 metros de altura e venceu os rivais em Cuzco por 2 a 0. No Morumbi, mais um triunfo, desta vez uma goleada por 4 a 1.
O confronto com o Grêmio na Libertadores de 2002 foi mais disputado. O Cienciano venceu em Cuzco por 2 a 1. No Olímpico, o Grêmio bateu os rivais por 2 a 0. Os jogos foram válidos pela primeira fase do torneio continental.
Agora, resta ao Flamengo não repetir o trajeto do Santos contra o rival. Vale pegar o exemplo do São Paulo, que foi a Cuzco, e superou a altitude. Aos rubro-negros, uma vitória coloca o time na próxima fase da Libertadores com uma rodada de antecedência. Além disso, um triunfo melhora a posição do time na classificação geral. Hoje, o Cruzeiro tem a melhor campanha, mas com um jogo a mais em relação ao Fluminense (5 a 4).
[Fonte:Globo Esporte]
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